terça-feira, 20 de novembro de 2012

Aula - 20/11/2012


JUI-JITSU

A aula foi ministrada pelo professor Alexandre, aluno junto com a turma.

Foram apresentados alguns golpes básicos da modalidade e os alunos aprendiam e tentavam fazer os mesmos.

Passagem de guarda:
É quando o atleta fica por cima do adversário. Ele pode até mesmo estar entre as pernas do adversário, preso ou não. Se ele estiver por cima de apenas uma perna e preso pela outra, é considerada “meia guarda”. A passagem de guarda propriamente dita ocorre quando o atleta toma o lugar do adversário, mantendo-o dominado e deixando-o de lado ou de costas para o chão.

Montada:
Acontece quando o atleta monta em cima de seu adversário, deixando seus joelhos e pés no chão. O adversário poderá estar de frente, de lado ou até mesmo de costas. A montada poderá acontecer sobre um dos braços do adversário, mas nunca sobre os dois – nesse caso não será considerada válida.


Raspagem:
Ocorre quando o atleta que está por baixo, consegue prender o seu adversário dentro de suas pernas e rapidamente desequilibra-o para o lado, invertendo a posição. Só é considerado válido como raspagem se o golpe tiver início dentro da guarda ou meia guarda (prender o adversário por apenas uma perna).




MATA LEÃO:
Partindo das costas do adversário, quem está atacando deve encaixar o peito do pés em baixo dos joelhos do adversário, para que tenha o controle da posição. Feito isso, passo o antebraço no pescoço do adversário, fazendo um movimento de pronação com o ante-braço, o outro braço deve "fechar a chave" servindo de apoio para a outra mão.



ARMLOCK:
Partindo da posição de montada,quem está atacando deve segurar no punho do adversário, em seguida, passa uma perna por fora do braço na altura da cabeça do oponente, em seguida joga a outra perna na altura do pescoço do adversário, fazendo com que o braço fique entre as pernas. Finalizando o golpe, o cotovelo do oponente estará no seu quadril, então é só puxar o braço e erguer o quadril.




terça-feira, 13 de novembro de 2012

Aula - 13/11/2012

Revisão dos movimentos ensinados na aula passada.


Ginga:

Meia-lua de compasso:


Esquiva lateral:



Armada:





Bananeira:


E aprendemos novos golpes:

Role:





Queixada:
Aqui o capoeira se posiciona de frente ao adversário, dá um passo lateral e em seguida, numa torção de tronco, arremessa a perna da frente, desferindo um movimento semicircular à altura da cabeça do adversário, prosseguindo a decida da perna até o solo.


Martelo:
Movimento de ataque com a perna.
Partindo da ginga, com a perna esquerda à frente e a direita atrás, erga o joelho direito trazendo-o para o lado do seu corpo, enquanto leva o braço direito para trás e o antebraço à frente do peito. Gire o quadril cerca de 90 graus para frente e estenda o joelho, dando o chute.


Aú:
Movimento de deslocamento
É similar à estrela, da ginástica artística. Incline o tronco e apoie a mão esquerda no chão e depois a direita, enquanto joga quadril e pernas para cima. Seu pé esquerdo então vai aterrissar do seu lado esquerdo. Aí, chega o direito, enquanto você tira as mãos do chão e levanta o tronco para ficar em pé novamente.



Ao final da aula, fizemos uma roda de capoeira e trocamos alguns golpes.


terça-feira, 6 de novembro de 2012

Aula - 06/11/2012


Capoeira

História e estilos
Escravos desenvolveram a capoeira para lutar pela liberdade. Cantos, palmas e percussão ajudavam a prática a parecer dança em vez de luta, o que driblou represálias dos patrões. Até que alguns praticantes se envolveram em assaltos e revoluções. Aí, a capoeira virou ilegal. Mas seguiu existindo até virar esporte. Hoje, a Federação Internacional de Capoeira (Fica) estima que há 9,5 milhões de capoeiristas no mundo. “Queremos fazer da capoeira um esporte olímpico”, diz Valentim Mussarelli, o Mestre Tim, de Araras (SP), presidente interino da Fica. Ao longo da história, três grandes variações da prática se consolidaram…

Capoeira Angola
Em geral, a ginga e os golpes são lentos (como as músicas) e baixos, próximos ao chão. “O estilo é malicioso, e os movimentos buscam iludir o adversário”, diz Sérgio Vieira, o Mestre Sérgio, de São Paulo, doutor em antropologia pela PUC-SP. Na roda, o som costuma ser com três berimbaus, um atabaque, dois pandeiros e um agogô – além de palmas e cantos.

Capoeira Regional
“É objetiva, visa mais a luta em si”, afirma Mestre Sérgio. Os movimentos são velozes e altos, realizados longe do chão e até no ar: o jogo é bastante dinâmico. Na roda, em geral, o som percussivo leva um berimbau e dois pandeiros.

Capoeira Contemporânea
“Mistura os dois estilos anteriores e ainda pode incluir movimentos de outros esportes – ginástica olímpica, artes marciais”, explica Mestre Tim. Nasceu entre os anos 60 e 70, e sua formação instrumental varia bastante.


Aquecimento:
Mãe pega adaptado.
Um aluno começava pegando, quem fosse pego ficaria abaixado (cocorinhas) e para ser salvo o amigo deveria realizar uma meia-lua de fora para dentro.

Ginga:
A base da capoeira: todos os movimentos começam e terminam na ginga.
Deixe os pés paralelos e mais afastados que a largura dos ombros. Leve a perna esquerda para trás enquanto faz um ângulo de 90 graus com o cotovelo esquerdo e põe o antebraço à frente do queixo. Num movimento contínuo, volte e faça do outro lado. Os joelhos permanecem semiflexionados.







Meia-lua de compasso:
Para ataque e contra-ataque, movimento giratório baixo com a perna.
Na ginga, com a perna direita atrás, vire quadril e tronco para a direita. Apoie as mãos no chão: a direita, entre as pernas; a esquerda, à frente dela.Jogue o peso na perna esquerda e nas mãos, erga a perna direita esticada. Num giro, seu pé passa pelo adversário e volta para trás.






Esquiva lateral:
Movimento de defesa à meia-altura.
Com pés paralelos e afastados numa largura maior que a dos ombros, deixe os joelhos semiflexionados e desça o tronco para encostar o abdome na coxa esquerda, enquanto dobra bastante o joelho esquerdo e estica a perna direita. O antebraço direito fica à frente do rosto para protegê-lo. O braço esquerdo se estica para trás.





Armada:
Movimento de ataque, alto e giratório.
Com a perna esquerda à frente, vire só quadril e tronco para a direita. Quando seu rosto encarar de novo o adversário (seu corpo estará em torção), levante a perna direita esticada e siga girando o corpo. Sempre à altura de seu rosto, os antebraços acompanham o giro, se revezando para protegê-lo.






Bananeira:
Progressão pedagógica:
- Realizar o elefantinho e quem vai executar a bananeira deita nas costas do elefantinho.
- Com auxilio o aluno tenta levantar e se apoiar na parede.
- Com auxilio o aluno tenta levantar e ficar em dois apoios.
- Sem auxilio, o aluno tenta se levantar e ficar em dois apoios.





terça-feira, 23 de outubro de 2012

Aula - 23/10/2012


Revisão dos fundamentos:

Aquecimento:
Mãe corrente. Um aluno começa pegando, ao pegar alguém quem foi pega o engancha e forma-se uma corrente. Objetivo formar uma única corrente com todos os alunos.





Soco frontal (ZUKI): Braço e perna diferentes.

Soco frontal (GYAKU-ZUKI): Braço e perna iguais.

Chute Frontal (MAE-GERI): Margarida


Defesa GEDAN BARAI (Baixa ou Telefone):

Defesa UCHI-UKE (Média ou Espada):


Defesa AGE-UKE (Alta ou Timbalada):




Chute Circular (Mawasi-geri):





Chute de dentro para fora (mikazuki geri):



Ao final da aula tivemos que montar uma apresentação de Kata (luta imaginária) com no minimo dez movimentos.



terça-feira, 16 de outubro de 2012

Aula - 16/10/2012


Aquecimento:

Para o aquecimento a professora fez a mesma brincadeira da aula anterior, onde o objetivo era encostar no ombro do seu adversário e sem deixar o mesmo o encostar.
Os alunos devem caminhar na sala e quando a professora fizer o sinal forma-se duplas, eles se cumprimentam e inicia a brincadeira.

Foram retomadas as seguintes técnicas:

Chute Frontal (MAE-GERI): Margarida



Defesa UCHI-UKE (Média ou Espada):


Defesa AGE-UKE (Alta ou Timbalada):



Aprendemos novos golpes:

Chute Circular (Mawasi-geri):





Chute de dentro para fora (mikazuki geri):




E para finalizar a aula fizemos pequenas lutas usando as técnicas de ataque e defesa apreendidas.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Aula - 09/10/2012


Aquecimento:

Para o aquecimento a professora fez uma brincadeira onde o objetivo era encostar no ombro do seu adversário e sem deixar o mesmo o encostar.
Os alunos devem caminhar na sala e quando a professora fizer o sinal forma-se duplas, eles se cumprimentam e inicia a brincadeira.


Soco frontal (ZUKI): Braço e perna diferentes.


Soco frontal (GYAKU-ZUKI): Braço e perna iguais.

Chute Frontal (MAE-GERI): Margarida


Defesa GEDAN BARAI (Baixa ou Telefone):


Defesa UCHI-UKE (Média ou Espada):


Defesa AGE-UKE (Alta ou Timbalada):


Demonstração da Camila de Kata:

- Heian Shodan:



Jion Kata:

Karate-do


Karate-Do

A CBK, apresenta o Karate-Do como uma prática complementar de formação cultural e desportiva baseada no desenvolvimento peculiar dos sistemas de defesa pessoal e evolução interior característicos de Okinawa em seus primórdios (século XVIII) e do Japão a partir do início do século XX.
Karate é uma palavra japonesa que significa "mãos vazias". É uma arte altamente científica, fazendo o mais eficaz uso de todas as partes do corpo para fins de auto-defesa. O maior objetivo do karate é a perfeição do caráter, através de árduo treinamento e rigorosa disciplina da mente e do corpo. O karate-ka (cultor de karate-do) utiliza como armas as mãos, os braços, as pernas, os pés, enfim, qualquer parte do corpo.
Além de ser um excelente meio de auto-defesa, o karate também é um meio ideal de exercício. Ele desenvolve a força, a velocidade, a coordenação motora,o condicionamento físico e é reconhecido também por seus valores terapêuticos.
O combate desarmado nasceu antes da história escrita, mas as origens mais remotas são obscuras, muitas vezes encobertas pelo folclore de uma variedade de culturas do mundo.
Várias formas de combate desarmado eram praticadas na Índia, na China, em Formosa e em Okinawa, uma ilha ao sul do Japão. Em Okinawa, as lutas desarmadas foram desenvolvidas em segredo durante muito tempo, devido à influência dos fidalgos japoneses que conquistaram a ilha, proibindo os seus súditos de carregarem armas. Esta proibição de andarem armados obrigou muitas pessoas a praticar formas de combate sem armas, em segredo.
O karate moderno nasceu na época em que o finado Mestre Gichin Funakoshi (1868-1957), então líder da Sociedade Okinawa de Artes Marciais, foi solicitado pelo Ministério da Educação do Japão, em maio de 1922 a conduzir apresentações de karate em Tóquio. A nova arte foi recebida entusiasticamente e foi introduzida em várias universidades, onde criou raízes e começou a florescer.
Devido ao fato do karate ter sido praticado secretamente no passado, um grande número de escolas e estilos (Ryus) foram desenvolvidos. Hoje existem inúmeras escolas no Japão, sendo as mais destacadas: Shotokan, Goju-Ryu, Shito-Ryu e Wado-Ryu, todas com ramificações pelo mundo afora.

O karate esportivo
Nos últimos anos, foram formuladas regras de combate simulado para se evitar ferimentos graves, com o propósito de introduzir o karate como um esporte competitivo. O karate de torneio é um jogo de reflexos que exige "timing", velocidade, técnica, estratégia, camaradagem e controle, onde prevalecem HONRA, LEALDADE e SENSO DE COMPROMISSO. 
Durante os torneios, todos os golpes, embora fortemente focalizados, devem ser controlados precisamente antes do contato. Embora seja muito excitante de assistir, o torneio de karate é considerado, pela maioria dos mestres, como um degrau e não como o objetivo principal no desenvolvimento do karate-ka.
Nos anos 50, as universidades no Japão começaram a promover competições de karate. O 1º Campeonato Mundial de Karate foi realizado em 1970 em Tóquio,Japão, com a participação de 33 países e, desde então, cada campeonato mundial tem sido promovido de dois em dois anos. Em 2002, o 16º Campeonato Mundial realizado em Madri/Espanha teve a participação de 84 paises.
O karate tem se espalhado rapidamente, não apenas entre as gerações mais novas como um esporte para melhorar a força, mas tem se tornado um meio popular de exercício para homens e mulheres de meia-idade para manter a forma. Um número crescente de academias de karate tem aberto e mantido turmas para crianças.

Organização do Karate mundial 
Devido a popularidade global do karate como esporte, a formação de uma federação internacional de karate tornou-se necessária. Em 1970, a União Mundial das Organizações de Karate (WUKO) foi criada. Desde então, todos os esforços têm sido feitos para incluir o karate nos Jogos Olímpicos – o maior símbolo das realizações do homem no campo desportivo. No dia 06 de junho de 1985, a WUKO foi oficialmente reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). Em 1993, na Argélia, para adaptar-se às regras do Comitê Olímpico Internacional, a Federation Mondiale de Karate (FMK), também conhecida como World Karate Federation (WKF), absorveu a antiga WUKO, fato este que trouxe um desenvolvimento direcionado à promoção do karate mundial. No dia 18 de Março de 1999 o COI em sua 109º sessão (Seul) ( certificado do COI ) confirmou o reconhecimento em caráter definitivo da FMK/WKF, de acordo com o artigo 29 da carta Olímpica, como a federação mundial dirigente da modalidade karate.
Além da intenção de incluir o karate nos Jogos Olímpicos, o objetivo da WKF é de unificar todas as organizações que pratiquem karate, como esporte ou como uma arte tradicional, além de lutar também para promover ligações dentro de um espírito de amizade entre os karatecas do mundo. A WKF representa o karate mundial e coordena todas as atividades de karate ao redor do mundo, estabelece regras técnicas e operacionais, organiza e controla reuniões internacionais e toma as decisões sobre vários assuntos que possam surgir entre os membros

Fundamentos e técnicas do karate-Do
O karate-Do possui fundamentos técnicos de bases, para dar o devido equilíbrio, força, agilidade, e movimentação correta; ataques, como socos e outros golpes para bater no adversária afim de ocasionar uma contusão; defesa, que é um dos fundamentos mais importantes, porque visa neutralizar o golpe do adversário, sua falha pode ser fatal; chutes, que são movimentos de perna das mais variadas maneiras para atingir o adversário;  katas, que são sequências de bases e golpes que o praticante realiza, fazendo uma luta imaginária; e por fim a luta ou combate.
Alguns exemplos de técnicas e fundamentos:

SHIZEN-TAI - Posição natural. Pernas estendidas, corpo ereto e relaxado, utilizando-se o mínimo de gasto de energia para mantê-lo nesta posição. Pode-se passar facilmente a posição de ataque ou defesa. Engloba diversas formas diferenciadas pela disposição dos pés.

RENOJI-DACHI - pés em L, calcanhares alinhados com distancia de aproximadamente um pé entre eles.

HEIKO-DACHI - pés paralelos, alinhados, mantendo a distancia da largura do quadril para as mulheres, ou do ombro para os homens.

HEISOKU-DACHI - pés unidos, calcanhares e pontas dos pés tocam-se ligeiramente.

MUSUBI-DACHI - pés abduzidos, os calcanhares se tocam.

ZENKUTSU-DACHI - Posição avançada. Muito eficiente para trabalhar a força para frente nos ataques. É também utilizada nas defesas.

GYAKU-ZUKI - Soco inverso. Braço contrário ao pé da frente.

OI-ZUKI - Soco andando. Braço correspondente ao pé que deslocou à frente.

MOROTE-ZUKI - Socos simultâneos. Braços paralelos horizontais ou verticalmente.

DAN-ZUKI - Socos consecutivos com o mesmo punho.

MAE-GERI - Pontapé frontal. O joelho da perna de ataque passa rente ao joelho da perna de apoio e o pé de ataque rente e acima deste. O quadril desloca-se horizontalmente durante todo o movimento, atingindo-se o objetivo com a base inferior dos dedos.

YOKO-GERI - Pontapé lateral. Eleva-se o joelho da perna de ataque passando com o pé rente a perna de apoio, apontado para frente ou para a lateral do corpo. A ponta do pé virada para frente e o bordo externo para baixo e paralelo ao chão, descreve urna trajetória em arco. Atinge-se o objetivo com o bordo externo do pé.

MAWASHI-GERI - Pontapé circular. Eleva-se o joelho lateralmente, bem flexionado, colocando a perna paralela ao chão, com o pé apontando para o lado e a planta virada para trás. A coxa descreve um círculo amplo. O quadril deve acompanhá-la nessa trajetória, até a finalização do movimento com a extensão do joelho. 0 ponto para impacto pode ser à base dos dedos ou o dorso do pé.

SOTO-UKE - Defesa média para dentro. Eleva-se a mão até a altura da orelha, colocando o braço paralelo ao chão e ligeiramente para trás. Deste ponto inicia-se uma rotação descendente até atingir o cotovelo, antebraço e punho, verticalizados no plano sagital, a linha mediana do corpo. Antebraço e braço formam um ângulo reto. Finaliza-se com a palma da mão girada para o peito, na altura do ombro.

UCHI-UKE - Defesa média para fora. O antebraço que defende traça um arco desde a axila do braço oposto. Desloca-se o punho para o exterior, baixando o cotovelo até que este se aproxime das costelas. O antebraço gira, colocando a palma da mão virada para o peito, na altura do ombro.

GEDAN-BARAI - Defesa baixa. Eleva-se o braço para colocar o punho junto à orelha do lado oposto, com a palma da mão virada para ela. Deste ponto baixa-se e estende-se o cotovelo até que o punho esteja aproximadamente 15cm acima do joelho. É uma defesa eficiente contra os ataques ao abdome, golpeando o golpe do adversário. Finaliza-se com o cotovelo totalmente estendido e a palma da mão virada para trás.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Aula - 11/09/2012

Avaliação e aspectos fisiológicos do Judô

O Judo é uma modalidade acíclica/intervalada realizada em lutas de cinco minutos, sendo que durante esse período ocorre uma ação motora com essas características:
- 08 sequencias;
- 1/2 ataques por esforço;
- 10/14 segundos por pegadas;
- Relação P:E= 30:14 (P= pausa, E=esforço)

Com base nessas informações, uma séria ideal para judocas seria:
- 15 seg de atividade / 30 seg de recuperação ativa / 15 seg de atividade / 30 seg de recuper.....

Trabalhando assim teremos:
- Aeróbio:
     - Manutenção da intensidade de esforço;
     - Retardo da fadiga;
     - Maior recuperação entre os combates.
- Anaeróbio:
     - Variáveis mecânicas / metabólicas.

Seguindo as informações acima a professora montou uma série de cinco minutos da seguinte forma:
- 15seg. O-SOTO-GARI;
- 30seg. SHINTAI;
- 15seg. KOSHI-GURUMA;
- 30seg. SHINTAI; 

- 15seg. O-SOTO-GARI;
- 30seg. SHINTAI;
- 15seg. KOSHI-GURUMA;
- 30seg. SHINTAI; 

- 15seg. O-SOTO-GARI;
- 30seg. SHINTAI;
- 15seg. KOSHI-GURUMA;
- 30seg. SHINTAI; 

- 15seg. O-SOTO-GARI;
- 15seg. SHINTAI.

O-SOTO-GARI:


SHINTAI:


KOSHI-GURUMA:




SPECIAL JUDO FITNESS TEST(Sterkowicz, 1995)


É um teste específico para o judô de caráter intermitente, com a utilização da técnica ippon-seoinaguê. 


O teste segue o seguinte protocolo: 
Dois judocas (ukes) de estatura e massa corporal semelhante (mesma categoria) à do executante são posicionados a seis metros de distância um do outro, enquanto o executante do teste (tori) fica a três metros de distância dos judocas que serão arremessados. 

O teste é dividido em três períodos: 15s (A), 30s (B) e 30s (C), com intervalos de 10s entre os mesmos. 
Durante cada um dos períodos, o executante arremessa os parceiros, utilizando a técnica ippon-seoi-naguê o maior número de vezes possível. Imediatamente após e 1 minuto após o final do teste é verificada a frequência cardíaca do atleta. 

Os arremessos são somados e o índice abaixo é calculado:


Quanto melhor o desempenho no teste, menor o valor do índice. 

A figura abaixo apresenta o esquema do teste:


 


O Special Judô Fitness Test possui boa correlação do Consumo de Oxigênio Máximo (VO2máx - ml/kg/min) com o Teste de Wingate (Trabalho total relativo, potência máxima, índice de fadiga) (FRANCHINI, 2001; STERKOWICZ, ZUCHOWICZ & KUBICA, 1998).


terça-feira, 4 de setembro de 2012

Aula - 04/09/2012



Elementos Técnicos do Judô

ATIVIDADE 01:
Alongamento de membros inferiores, superiores e cervical.

ATIVIDADE 02:
Pega “Tartaruga” – Escolhe-se um pegador, os demais alunos devem ficar em quatro apoios, imitando tartarugas. Quando o pegador se aproxima, os demais devem virar com as costas no chão e os pés e mãos para cima para não serem pegos, porém não pode permanecer nesta posição por mais de cinco segundo depois do pegador ter se afastado.



ATIVIDADE 03:
Pega “Aranha” – A mecânica da brincadeira é a mesma da anterior, porém quem imitará a aranha, com as mãos e os pés apoiados no chão, será o pegador. O pegador deverá encostar nos colegas para serem pegos.



ATIVIDADE 04:
Pega “Cachorro” – Igual a atividade anterior, porém o pegador ficará em seis apoios, ou seja, com as mãos, joelhos e pés apoiados no chão. E para que os demais alunos sejam pegos, o pegador deverá derrubá-los no chão.



ATIVIDADE 05:
Pegada Gola-Gola – Em duplas, os alunos deveriam fazer a pegada gola-gola, deslocar-se pela sala e ao sinal realizar o movimento pedido (sentar, ficar de barriga para baixo, rolamento, etc.)



Educativos de Mae Ukemi  (Queda frontal)

ATIVIDADE 06:
Com um dos joelhos e a mão do mesmo lado apoiados no chão sendo que a perna contrária deverá ser  flexionada formando um ângulo de 90° entre a perna e a coxa. Os alunos deveriam realizar a queda frontal passando o braço referente a perna flexionada por baixo do corpo, jogar as pernas para trás , sendo o ombro a primeira parte a encostar no chão.



ATIVIDADE 07:
Queda de Antebraço – Pernas afastadas, formar um triangulo com os polegares e indicadores com extensão do braço. Projetar o tronco para frente e realizar a queda com as mãos e antebraços ao mesmo tempo batendo no chão.



ATIVIDADE 08:
Em duplas, um dos alunos deitado em decúbito dorsal e com as pernas estendidas e levantadas. O parceiro deverá segurar os pés do colega e realizar vários movimentos, com o objetivo de se desvencilhar e conseguir tocar a barriga do colega.

Educativo de Ossea Waza (Imobilização)

ATIVIDADE 09:
Em duplas, um dos colegas em decúbito dorsal e o outro sentado na lateral, de costas para o colega. O aluno que está sentado deverá passar seu braço dominante em torno do pescoço do colega, o outro braço é utilizado para travar o movimento e imobilizar o braço do colega que está deitado.



ATIVIDADE 10:
Saída da posição de imobilização sem erro e com trabalho de quadril;
Saída com erro de imobilização do colega resultando em chave de perna.

ATIVIDADE 11:
Alongamento.