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Para iniciar uma breve definição de alguns termos importantes, para diferenciar as lutas, as brigas, as artes marciais e os esportes de combates, baseadas em autores pesquisadores da área.
Definição
de Lutas, Artes Marciais, Esportes de Combate e Brigas
A luta é considerada uma das
manifestações culturais mais antigas, sendo utilizada como preparação para
guerra, auto defesa, como exercício físico, jogos ou como rituais. Segundo
Gomes et al. (2010), a luta é “prática corporal imprevisível, caracterizada por
determinado estado de contato, que possibilita a duas ou mais pessoas se
enfrentarem numa constante troca de ações ofensivas e/ou defensivas, regidas
por regras, com objetivo mútuo sobre um alvo móvel personificado no oponente.”
As Artes Marciais são
práticas corporais que derivam das técnicas de guerra, de acordo com o contexto
social inserido. De acordo com Correia e Franchini (2010) “a expressão “arte”
nos sinaliza para uma demanda
expressiva, inventiva, imaginária, lúdica e criativa, como elementos a serem
inclusos no processo de construção de certas manifestações antropológicas
ligadas ao universo das Artes Marciais. Já o termo marcial, relacionado ao campo
mitológico faz alusões à dimensão conflituosa das relações humanas”, ou seja, sua
prática está relacionada a filosofia.
São denominados Esportes de
Combate a modalidade configurada pela prática das lutas, das artes marciais e
sistemas de combates associados a manifestações culturais orientadas por
instituições esportivas. (CORREIA, W. R. e FRANCHINI, E., 2010)
Brigas trata-se de situações
adversas (desentendimentos) entre duas ou mais pessoas, iniciando por
sentimentos de ódio, aversão, raiva, ou até mesmo por fofocas.
REFERÊNCIAS
CORREIA, W. R.; FRANCHINI, E. Produção
acadêmica em lutas, artes marciais e esportes de combate. Motriz, Rio Claro,
vol. 16, nº 1, jan./ mar. 2010, p. 01 -09.
GOMES, M. S. P.; MORATO, M. P.; DUARTE, E.;
ALMEIDA, J. J. G. Ensino das lutas: dos princípios condicionais aos grupos
situacionais. Movimento, vol. 16, nº 2, abril/ junho 2010, p.207 -227.




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